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http://bdta.ufra.edu.br/jspui/handle/123456789/1863| Title: | Impactos das mudanças climáticas no risco de ocorrência de incêndios florestais em Paragominas-PA |
| Advisor: | SOUZA, Paulo Jorge de Oliveira Ponte de |
| Authors: | FERREIRA, Bruno Gama |
| Keywords: | Focos de calor Fórmula de Monte Alegre Atmosfera amazônica Fogo |
| Issue Date: | 2021-08-10 |
| Publisher: | UFRA/Campus Belém |
| Citation: | FERREIRA, Bruna Gama. Impactos das mudanças climáticas no risco de ocorrência de incêndios florestais em Paragominas-PA. Orientador: Paulo Jorge de Oliveira Ponte de Souza. 2021. 42 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Bacharelado em Engenharia Florestal) – Universidade Federal Rural da Amazônia, Campus Belém, 2021. |
| Resumo: | A Amazônia, maior floresta tropical do mundo, é detentora de uma rica biodiversidade tanto em fauna quanto em flora, além de possuir grande relevância para os ciclos biofísicos e bioquímicos. No período recente, observa-se a degradação crescente desse ecossistema promovida pelo homem e com potencial de ser agravado pelas mudanças climáticas. Os estudos baseados em cenários climáticos preveem um futuro mais seco o que pode agravar a ocorrência de incêndios florestais levando a degradação total ou parcial de ecossistemas florestais. Portanto, este trabalho estimou o impacto da mudança climática no risco de ocorrência de incêndio florestal, no município de Paragominas – PA e em dois cenários, atual (2006 a 2020) e futuro (2021 a 2035). Foram calculados os riscos de incêndio diário baseado na fórmula de Monte Alegre (FMA), com os dados meteorológicos horários de umidade relativa (UR) e de precipitação (PP) obtidos a partir da estação meteorológica automática no município e de domínio do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET). Os dados foram projetados até 2035 a partir do modelo climático regional RegCM4 alinhado ao modelo global HadGEM2 com cenário RCP45 do IPCC-AR4. A umidade relativa às 13h (UR13) foi estimada no cenário futuro para satisfazer o cálculo de FMA. Foram analisadas a frequência espacial e a área afetada por cada classe de risco durante a série temporal. Ainda, foram agrupados os mapas temáticos de diferentes variáveis que influenciam na ocorrência de incêndios florestais como a vegetação, topografia, estradas e as condições atmosféricas. Para aferir os valores encontrados, foram cruzados os resultados obtidos com os registros de focos de calor do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE). Os resultados demonstraram uma alta correlação da umidade relativa média diária (URd) com a UR13. Eles ainda apontam para um cenário futuro com redução das chuvas, o qual influencia diretamente na janela do risco de incêndio florestal. Foi constatado que a classe de risco extremo se expande para o mês de fevereiro, a partir do cenário projetado. Da mesma forma, verificou-se um aumento na frequência e na área do risco de incêndio. As avaliações e os resultados de riscos de incêndios calculados apresentaram-se coerentes com os focos de calor detectados pelo INPE. A FMA bem como a análise espacial mostrou-se eficiente em prever quando e onde há maior risco de incêndios florestais. O cenário climático gerado por esse modelo (RegCM4) alerta para um perigo eminente para os ecossistemas florestais que podem ser agravados com a constante mudança de uso e cobertura da terra. |
| URI: | bdta.ufra.edu.br/jspui//handle/123456789/1863 |
| Appears in Collections: | TCC - ICA - Engenharia Florestal |
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