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Title: Siris da família portunidae rafinesque, 1815, capturados em áreas estuarinas no nordeste paraense.
Advisor: SILVA, Katia Cristina de Araújo
Authors: CARDOSO, Clésio de Lima
Keywords: Siris (Callinectes Stimpson, 1860)
Carcinofauna - Estuário paraense
Siris - Família Portunidae
Issue Date: 2005-04-22
Publisher: UFRA/Campus Belém
Citation: CARDOSO, Clésio de Lima. Siris da família portunidae rafinesque, 1815, capturados em áreas estuarinas no nordeste paraense. Orientador: Katia Cristina de Araújo Silva. 2005. 49 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Engenharia de Pesca) – Universidade Federal Rural da Amazônia, Campus Belém, 2021.
Resumo: Os siris do gênero Callinectes Stimpson, 1860 são crustáceos da ordem Decapoda e da família Portunidae, explorados economicamente nos estuários e baías de todo o continente americano. No Brasil ocorrem pelo menos 18 espécies dessa família. Além de sua importância para o consumo humano, são fontes de alimento para a maioria dos organismos camívoros que ocupam os ecossistemas aquáticos costeiros, seja no estágio larval ou na forma adulta, Os exemplares foram capturados mensalmente durante os anos de 2002, 2003 e 2004, com puçá-de-arrasto nos estuários dos municípios de Bragança, Salinópolis e Vigia. As variáveis abióticas registradas foram a salinidade e a temperatura. Após cada coleta, foram separados dos peixes, camarões e outros, e colocados em frascos plásticos, Posteriormente, foram transportados para análise no Laboratório de Carcinologia do Centro de Pesquisa e Gestão de Recursos Pesqueiros do Litoral Norte (CEPNOR/IBAMA). A carcinofauna foi composta pela presença de 9 espécies, entre camarões e siris. A temperatura média durante o período de estudo foi de 27,9ºC e a salinidade foi de aproximadamente 17,9%o. Os siris contribuíram com 2% dos exemplares capturados. Foram analisados 831 siris, assim distribuídos: 742 exemplares de Callinectes bocourti, 74 indivíduos de Callinectes danae, 14 espécimes de Callinectes ornatus e 1 indivíduo de Callinectes exasperatus, C. bocourti foi a espécie mais abundante em todos os anos; em seguida, C. darae; e por último, C. ornatus com menor incidência e sem ocorrência no primeiro ano de estudo. C. bocourti ocorreu principalmente no município Vigia, C. danae e C. ornatus no município de Salinópolis, todas as três espécies sendo mais abundantes no período menos chuvoso. Para todas as espécies os machos foram mais abundantes em relação às fêmcas. O tamanho médio demonstrou que C. bocourti apresentou o maior comprimento de carapaça (CC) com 3,5 em e C. ornatus o menor, com 2,2 cm.
URI: bdta.ufra.edu.br/jspui//handle/123456789/1897
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